Alguém além de mi hermana passa aqui?
Bom, acho que vou voltar!
Voltar, voltar! \o/
Então, começo dizendo que agora o Matheus vai ser meu coleguinha (não de turma/série, mas só de colégio).
Os professores desse ano são todos diferentes, tou morrendo de saudade do Gabino Malucão, da Camilinha, da Denise, do Joãozinho, do Chu (seja lá como se escreve o nome dele...)...
Mas, como diriam os Beatles, Ob-La-Di, Ob-La-Da!
A vida segue em frente!
E qualquer dia eu posto alguma coisa melhor.
E arrumo gente pra voltar a frequentar esse bégrets.
Ah, eu resolvi passar por aqui mesmo, então, por que não postar alguma coisa?
Só pra explicar essa falência do Minochas:
-Photopage vicia.
-Nem na photopage tou postando direito... As férias me deixam com preguiça até de respirar... (coisa chata)
Então, em qualquer dia letivo eu volto...
Nem sei mais quem passa por aqui... o_O
Cenário: campeonato de xadrez.
Personagens: dois tiozinhos felizes. O Tio 2 era muito mais feliz, porque ficava falando cheio das expressões em inglês, espanhol e alemão.
Tio 1: *oferece chimarrão pro outro*
Tio 2: -Não, não, obrigada... Eu tou jogando xadrez e tomar Mate não é bom.
Tio 1: *sem reação*
Tio 2: -Hein?! Tomar mate não é bom! *faz movimentos com peças de xadrez imaginárias* Mate! Mate!!! Tio 1: *ainda sem reação, começa a conversar com outro tio*
A hostória é a seguinte: eu tinha uma revista em disquete... Com um jogo supimpa! E ele tava instalado no pêcê.
Então, minha irmã ganhou um pêcê mais phoda, e eu disse pra ela botar o joguinho no pêcê phoda dela. Dei o disquete.
E então, o disquete... Foi levado pra uma outra dimensão durante uma crise de sonambulismo de my hermana.
E nunca mais voltou. :(
Foi triste.
Foi como saber, aos 3 anos de idade, que Papai Noel não existe.
Até que hoje.... Resolvi procurar pesse belo joguinho.
E não é que no primeiro link ele já apareceu?
Ahhh, que sensação maravilhosa!
Aqueles gráficos precários, aqueles barulhinhos beebop sem placa de som...
Meus pais haviam ido visitar uns parentes no interior, e eu fiquei sozinha em casa. Não haveriam problemas, afinal eu já tinha 14 anos...
Bem, não era totalmente só que estava, meu cãozinho Rubby me fazia companhia.
Nosso passatempo favorito era o rádio. Bendita invenção aquela! Ouvíamos todos os programas, sabíamos todas as notícias.
Naquela noite caiu um temporal. Estava com medo e com frio... Ligamos o rádio e sintonizamos o noticiário das 11h. Foi então que ouvimos: "Atenção, atenção... Notícia urgente: um louco muito perigoso fugiu do manicômio. Tranquem suas casas, todas as janeslas, fechem a chaminé... Seu nome é Stewee Bruff. Este louco é capaz de matar por simples diversão, da última vez que foi visto encaminhava-se ao"... clic, desliguei o rádio apavorada! Mais do que depressa, fechei as janelas, portas, porão, tudo o que poderia permitir a entrada de qualquer coisa. Também apaguei as luzes para dar a impressão de não ter ninguém em casa.
Foi então que o medo aumentou... não gosto nem um pouco de lugares fechados ou escuros...
Só haveria uma maneira de ficar mais calma: conversar com alguém. Rubby é um cachorro esperto, ele me entenderia:
-Rubby, você está acordado?
-Au!
-Você também está com medo?
-Rouf...
-Se eu me acalmar, você também se acalma?
-Au!
-Eu só preciso saber se você está aí. Sempre que eu pôr a mão embaixo da cama, você lambe, tá bom?
-Au!
Deixei passar alguns segundos e então fiz o teste colocando a mão embaixo da cama:
Assim eu fiquei com menos medo... Estava quase dormindo quando ouvi uns pequenos barulhos:
[pim, pim, pim, pim...]
Tive medo e coloquei a mão debaixo da cama. Novamente, Rubby, com sua saliva quente me acalmou.
Mas o barulho não parava.. [pim, pim, pim...]
-Rubby, você está ouvindo isso?
-[shlept]
-Deve ser só minha imaginação...
Depois de um tempo eu percebi que não era só imaginação, era REAL...
-Rubby, lambe a minha mão!
-[shlept]
-Você acha que isso pode ser a chuva?
-[shlept]
-Não... deve ser a torneira do banheiro pingando... Vou até o banheiro fechar esse pinga-pinga.
Andei sem acender as luzes e cheguei com dificuldade ao banheiro. Toquei na torneira e não senti nenhuma gota de água. Virei a chave do interruptor e... AAARGH!
Era o Rubby, degolado e pendurado no chuveiro com seu sangue pingando e fazendo [pim, pim, pim...].
Senti uma atração muito forte em olhar para o espelho. Fiz isso numa grande velocidade e vi escrito nesse mesmo espelho, com o sangue do meu fiel Rubby:
"OS LOUCOS TAMBÉM LAMBEM"
E foi isso que aconteceu.
Bem, quanto ao medo eu não sei: desde o dia 13 de outubro de 1953, o dia em que morri, não sinto muito medo não...
Devdo a birolhice dos servidores não aceitarem imagens com mais de 700KB, coloquei as imagens em GIF-toscão no bloguinho... Mas se alguém quiser em JPG-bunitão é só pedir que eu mando por e-mail!